Alfa Romeo Giulietta 1977-1985
Numa época de fortes contrastes sociais, dentro e fora das fábricas, a Alfettina nasceu da necessidade de encontrar um herdeiro para o sucesso do Giulia, um carro cujas qualidades técnicas trouxeram à Alfa Romeo um sucesso comercial sem precedentes.
Em comparação com o maior Alfetta, a empresa decidiu que o substituto teria que ser oferecido com motores e acabamentos menores, também em vista de uma crise que não mostra sinais de perder força. E se tecnicamente o layout do transeixo permanece quase inalterado, do ponto de vista do design, o projeto 116 quebrará o molde, dividindo a opinião pública devido às suas linhas talvez muito vanguardistas.
Chamado de “cunha esportiva”, foi criticado pela imprensa do setor por seu “fundo de pato”, o terceiro volume característico projetado por Ermanno Cressoni, que na época trabalhava para o Alfa Romeo Style Centre. Essa solução, porém, futurista e repetida com as atualizações das séries subsequentes, representa hoje o ponto forte do modelo: moderno, ágil e divertido, com uma ampla gama de motores, desde o menor 1.3 até os mais raros 2.0 Turbodiesel e 2.0 Turbo a gasolina preparados pela Autodelta
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Uma história ainda a ser descoberta, a do Giulietta 116, um carro democrático capaz de enfeitiçar todas as classes sociais com seu charme, sendo usado tanto pela polícia quanto pelo submundo, com façanhas que seriam filmadas em vários filmes, tanto policiais quanto cômicos, que hoje se tornaram autênticos cultos.
( PUB 03/2025, Autor: Ivan Scelsa, idioma: Italiano, 120 págs, capa mole, 24X27 cms ).
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